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edifício

Posted on Dezembro 26, 2011 by diariodeumnaufrago
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galho

Posted on Dezembro 26, 2011 by diariodeumnaufrago
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visão

Posted on Dezembro 26, 2011 by diariodeumnaufrago
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outrora

Posted on Julho 30, 2011 by diariodeumnaufrago
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fim de tarde

Posted on Julho 28, 2011 by diariodeumnaufrago
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amanhã é outro dia

Posted on Julho 26, 2011 by diariodeumnaufrago
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bravo

Posted on Julho 25, 2011 by diariodeumnaufrago
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Diário de um Náufrago

“Os registos que possuímos são muito vagos, dispersos... na maioria dos casos, não nos servem de muito em matéria de elucidação. O que terá acontecido realmente naquele espaço de tempo (quanto? dias, meses, anos? que interesse tem?). Poucas coisas sabemos em concreto sobre o nosso náufrago. As suas inúmeras anotações - das quais cremos ter acesso a apenas um número extremamente reduzido - não esclarecem nem procuram esclarecer o que se terá passado. São apontamentos ensimesmados, notas soltas, diálogo mantido consigo mesmo. Por vezes, temos a sensação de que nos despista propositadamente. (...) Acreditamos, contudo, ser possível discernir a lógica das suas acções, dos seus gestos. Reunimos todo o tipo de especialistas e estudiosos da matéria. Conjecturamos inúmeras cartografias - percursos, acidentes, situações. Foram realizados grandes progressos. (...) Ambos os métodos são semelhantes. Para nos aproximarmos das suas cogitações, vimo-nos na obrigação de imitar os seus gestos. Simultaneamente detectives e criminosos, responsáveis pela criação do problema e sua resolução. Espalhamos as pistas que incrédulos recolhemos. Estamos atentos à atenção. (...) Há dias totalmente inúteis. Os nossos apontamentos misturam-se com os originais. No dia de ontem, todo o mistério resolvido à custa de uma cópia mal resolvida. (...) A análise a estes registos induz-nos continuamente em erro. Toda a espécie de cálculo e dedução é inútil. Não existe verificação possível. Estivemos, durante muito tempo, a correr atrás da própria cauda em volta de uma mesa. Desistimos.“

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